Há muitos anos, quando os cientistas começaram a estudar a alimentação, perceberam que certos alimentos tinham substâncias invisíveis, mas muito importantes para o corpo crescer bem, ter energia e não adoecer.
No início, não sabiam exatamente o que eram essas substâncias. Por isso, decidiram organizá-las da forma mais simples possível e usaram letras.
A primeira a ser descoberta foi chamada de vitamina A. Depois vieram outras, como a B e a C.
Mais tarde, percebeu-se que a vitamina B afinal era um grupo de várias vitaminas diferentes, todas importantes, mas com funções próprias. Por isso hoje falamos em complexo B.
Algumas letras ficaram pelo caminho, porque certas substâncias afinal não eram vitaminas.
Já a vitamina K recebeu esse nome porque ajuda o sangue a coagular, e os cientistas usaram a letra K a partir da palavra alemã Koagulation, que significa coagulação.
Mesmo hoje, quando já sabemos os nomes científicos das vitaminas, as letras continuam a ser usadas.
São mais fáceis de memorizar e ajudam crianças e adultos a aprender como o corpo funciona.

