Mas há um detalhe importante: a pele “guarda” informação. Tudo aquilo que lhe acontece, especialmente quando está ao sol sem proteção, pode deixar marcas que ficam registadas ao longo do tempo.
Um dos maiores desafios para a pele é o sol. A luz solar é essencial para a vida e ajuda o nosso corpo a produzir vitamina D, importante para os ossos.
Mas, quando a exposição é excessiva ou sem proteção, os raios ultravioleta podem danificar as células da pele. E esse dano não desaparece. Vai-se acumulando, como se a pele tivesse uma espécie de memória.
Com o passar dos anos, essa “memória” pode aumentar o risco de desenvolver problemas mais sérios, como o melanoma, um tipo de cancro da pele.
É por isso que proteger a pele não é apenas uma forma de evitar escaldões no verão, mas um cuidado para toda a vida.
O que podes fazer no dia a dia?
Antes de sair de casa, aplica protetor solar nas zonas do corpo que ficam expostas, mesmo quando o céu está nublado. Usa um chapéu e óculos de sol quando estiver muito calor e tenta ficar à sombra nas horas em que o sol está mais forte.
Observa as tuas pintas
Outro passo importante é conhecer bem a tua própria pele.
Se reparares em sinais (pintas) que mudam de cor, tamanho ou forma, é importante contar a um adulto para que possam falar com um médico. Observar o corpo é uma forma simples de cuidar dele.
Cuidar da pele deve ser um gesto diário. E há dias que reforçam esta mensagem, como o Dia Europeu do Melanoma, que se assinala a 11 de maio, que chama a atenção para a importância de prevenir e vigiar a saúde da pele.

