Um táxi-robô é um veículo equipado com câmaras, radares, sensores e computadores que analisam constantemente tudo o que acontece à sua volta. Graças à inteligência artificial, consegue identificar sinais de trânsito, peões, outros automóveis e obstáculos, para decidir sozinho quando deve acelerar, travar ou mudar de direção.
O projeto envolve três empresas e cada uma tem uma missão diferente. Uma chama-se Stellantis e ficará responsável pelos veículos. A Wayve vai desenvolver o sistema de condução autónoma e a Uber deverá disponibilizar estes serviços através da sua aplicação, para tornar mais fácil chamar um destes carros no futuro.
O projeto ainda está numa fase inicial
O acordo anunciado entre estas empresas é um memorando de entendimento, ou seja, uma declaração de intenções que define o caminho a seguir, mas que ainda exige testes, validações e autorizações antes de começar a ser usado em todo o lado na Europa.
Em algumas cidades dos Estados Unidos, empresas como a Waymo operam serviços comerciais de veículos autónomos. Na China existem frotas semelhantes em circulação em várias zonas urbanas, embora continuem a ser alvo de testes e de supervisão por parte das autoridades.
Há desafios importantes por resolver
Especialistas e reguladores continuam a acompanhar de perto questões relacionadas com a segurança, a fiabilidade dos sistemas e a resposta dos veículos perante situações inesperadas, como obras na estrada ou falhas técnicas.

